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Dragonlance: a animação

No dia quinze de janeiro de 2008, era lançado em Dvd a animação Dragonlance: “Dragons of Autumn Twilight” , filme baseado no livro de mesmo nome de Margareth Weis e Tracy Hickmann traduzido para o português pela Devir com o título de “Dragões do Crepúsculo do Outono” e com direção por Will Meugniot, diretor de outros filmes como “Stargate Infinity” e “The Real Ghostbusters”; seu roteiro foi adaptado por George Strayton responsavel por “Cleopatra 2525”, “Xena: Warrior Princess” e “Hercules: The Legendary Journeys”. Produzido pelos estúdios Toonz Animation, Commotion Pictures e EpicLevel Entertainment com arte conceitual de Kunoichi e a distribuição mundial pela Paramount Pictures.

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Terra Arruinada CODA

Olá leitores do Notícias da Terceira Terra, devido à falta de tempo (e confesso que um pouco de preguiça também) para gravar eu decidi cancelar o Lobisomens na Frota Estelar como bloco no Vozes e transformá-lo numa coluna aqui no blog. Acho mais fácil escrever do que gravar e posso fazê-lo no trabalho (quando não tenho serviço, é claro, hehehe).

Nessa primeira coluna, que se não me falha a memória é o 5º LFE, eu pretendo trabalhar com o tema da Terra Arruinada, que junto com o Espada e Planeta está entre os meus episódios prediletos do Vozes.

Minha ideia é fazer uma minicampanha utilizando o Sistema CODA dos RPGs de Star Trek e Senhor dos Anéis.

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Três dicas de D&D que aprendi em Dragon Age

Texto original por Mike Shea.
Traduzido por Marcelo Dior.

Um bocado de jogadores e DMs de D&D têm falado bastante sobre Dragon Age nos últimos dois meses. Mesmo não sendo um jogo perfeito, ele mostra quão longe um RPG de console ou computador pode ir. Há muita coisa boa em Dragon Age, e também muito o que aprender. Hoje, iremos discutir três ideias interessantes que DMs podem tirar desse game popular.

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Deus, obrigado pelos MMOs

"Human Warrior: Archilon Shadowheart" por chanchan222 (©2008 Flickr)

Dia 27 último eu mestrei D&D para quatro jogadores que nunca haviam jogado D&D 4e na vida. Um deles até tinha o Player’s Handbook traduzido pela Devir, mas mal o havia folheado. Outro jogava D&D 3.5, o terceiro ainda se agarrava fervorosamente ao AD&D 2a. Edição e o último jogador (ou melhor, jogadora) nunca havia jogado RPG antes.

Mas todos eram jogadores de MMOs.

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Regra de Ouro #1: Os Hit Points de Tagmar

"Livro dos Objetos Mágicos", suplemento de Tagmar II

Bom dia, boa tarde e/ou boa noite colegas RPGistas.

Tentando organizar as minhas idéias para esta coluna (que Bahamut queira!) regular, resolvi resgatar algo interessante do primeiro sistema que comprei e o segundo que efetivamente joguei, o magistral RPG brasileiro: TAGMAR.

Para mim, uma das regras que achei mais interessante neste sistema (olha que TAGMAR tem muitas regras legais e merecem uma olhada) é a regra de pontos de vida. No sistema você usa uma tabela para cruzar sua força e constituição e isso define a sua quantidade de pontos de vida. Estes serão os seus HP’s do começo ao fim de sua carreira de herói. Isso é bem interessante, pois define sua resistência vital em função da seu físico efetivo e não da sua experiência. Não faz sentido algum um velho mago de nível 20 “poder tomar mais porrada” que um jovem guerreiro de nível 2 ou 3.

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Pratos de RPGs Caseiros

"Pizza" por jeffk (©2004 Flickr)

Como não torná-los uma linguagem de programação ou um simples plagio? Dona Benta (lv20-cozinheira) explica!

Quem nunca achou que poderia criar o seu próprio sistema ou cenário depois de passar um tempinho junto com o Rolling Playing Game? Pois que atire o primeiro dado aquele que não! Forma uma equipe criativa que nunca saiu do box, ou escreve um malote de idéias, cujo único destino é servir de alimento para criaturas selvagens, que habitam dentro da sua gaveta. É natural ficar empolgado com o infinito mundo encantado de possibilidades, um jogo tão dinâmico implora para que se adentre no mundo da imaginação e pesquisa criativa.
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Regra de Ouro #0: Explicando a regra de ouro

Bom dia, boa tarde e/ou boa noite colegas RPGistas.

Foto por law_keven (© 2007 Flickr)

Venho trazer-lhes uma nova coluna neste blog, mas antes de simplemeste “jogar” um texto randômico, sem explicar do que se trata, vou explicar o propósito desta coluna (que tentará ser regular, na medida do possível).

Em alguns livros de RPG, normalmente nas sessões voltadas aos mestres e narradores, há destaque para que se chama de “regra de ouro”, ou “golden rule” para aqueles, que como eu lêem preferencialmente em inglês. Cada sistema descreve de forma distinta, mas que no fundo querem dizer a mesma coisa: “O objetivo do jogo de RPG é promover diversão a todos”. Em alguns sistemas a regra diz: “A palavra do mestre é soberana na mesa de jogo”, o que quer dizer a mesma coisa, pois cabe ao mestre deixar o jogo interessante e divertido para todo, e por isso ele tem o poder sobre as regras.

Mas então, do que se trata esta coluna? Na verdade ela não nada a ver com a tal “regra de ouro”, mas achei uma boa oportunidade para explicar a origem do nome e lembrar a todos DM’s e jogadores, que o objetivo do RPG é divertir a todos!! Enfim, o que pretendo com os meus textos (curtos e objetivos) é destacar algumas regras interessantes de sistemas de RPG que merecem atenção e quem sabe possam ser adaptadas/incorporadas em outros sistemas.

Até breve!

PS. Estamos abertos a sugestões dos leitores também!

Posted in Colunas, Regra de Ouro.

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Além da interpretação: mecânica.

(Ou: RPG tem que ser divertido, não difícil)

Meu personagem é um klingon, não eu! (© 2007 Brett Weinstein, Wikimedia Commons)

A primeira coisa que um jogador de RPG que acabou de conhecer o jogo faz é rolar dados. Adoramos atacar monstros, passar despercebidos por guardas, controlar naves espaciais e disparar uma saraivada (de flechas, balas ou laseres) nos vilões — e acertar.

Um tempo depois só o combate não basta. É quando começamos a criar personagens diferentes, às vezes até desafiadores, e procuramos por sistemas que favoreçam a interpretação; e vamos ficando cada vez mais dramáticos e forçosos em nossas escolhas interpretativas, passamos a procurar por sistemas com cada vez menos regras (porque elas atrapalham o interpretar, e regra é coisa de principiante) e, em certo ponto, chegamos mesmo a conjecturar sobre jogar RPG sem sistema algum.

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Encontro de 1º Nível

BATALHA NAS RUAS

Encontro de Nível 1 (500 XP)

PREPARAÇÃO

Após saírem da praça central, os personagens são abordados por Isai e seus capangas em uma das vielas da cidade. O halfling inicia uma acalorada conversa com o grupo, cobrando uma dívida de um dos personagens e exigindo juros exorbitantes pelo atraso no pagamento. Caso eles se neguem a pagar o valor exigido, Isai e seus capangas investem contra os personagens.
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Mesas Virtuais: Interação Interpessoal

ESIEA © 2008 Media Interaction Lab

Nessa terceira parte vou mostrar algumas ferramentas básicas, na internet e outras provavelmente de uso no seu dia a dia que podem ajudar bastante ao rolar uma mesa virtual de RPG.

Nas últimas duas partes vimos alguns jeitos de jogar RPG que deixavam a desejar em um dos fatores mais interessantes do RPG. A Interação entre os jogadores.

A internet desde muito tempo atrás provê interação entre as pessoas de uma forma mais imediata que fóruns ou email. Os chats!

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